Quando me preocupo com a queda do meu filho?

Quando a criança está entre os seis meses até completar o primeiro ano de vida é comum sofrer algumas quedas que deixam qualquer um com o cabelo em pé. Nessa fase o bebê está com muito desequilíbrio, ou melhor, buscando equilíbrio. Mas quando devo me preocupar com a queda do meu filho?

Devemos nos preocupar com algumas situações e ao mesmo tempo despreocupar e entender que quedas são normais. Claro, é importante ficar com os movimentos e reflexos aflorados, pois sabemos que um descuido nossos pequenos nos surpreendem.

Ouvimos muito dos pais “Não sei o que eu faço para evitar a queda do meu filho, e quando ele cai o que devo fazer?”. Para ajudar a tomar as melhores decisões, separamos algumas dicas que vão evitar alguns tombos e ajudar a agir quando acontecer.

Melhor prevenir do que remediar:

Algumas quedas podem ser evitadas com alguns detalhes e dicas de proteção.

1 – Proteja as janelas, varandas e piscinas;
2 – Tenha muito cuidado ao segurar a criança, pois muitas quedas acontecem quando menos esperamos;
3 – Nos berços e camas utilize grades de proteção;
4 – Procure sempre áreas de lazer com pisos com tapetes;
5 – Vai praticar desporto? Procure utilizar proteção sempre que possível como capacete, joelheira e cotoveleira;
6 – Vigilância de algum adulto: é importante sempre vigiar o seu filho (quando estiverem à família reunida, avós, amigos, etc., procure sempre delegar a função para alguém, assim evitará que todos pensem que está sobre o cuidado de um e no fim não estar com ninguém);

Mas mesmo assim, existem as quedas que são inevitáveis não é? Nessa fase eles estão se descobrindo, vivem correndo pra lá e pra cá sem medo nenhum e quando sofrem um tombo, quando é preciso levar ao médico? Separamos também algumas dicas.

Quando levar seu filho ao médico:

“A queda do meu filho foi feia, levo ao médico?”
Perceba alguns pontos importantes, como dos tópicos abaixo:

1 – Quedas em bebês menores de três meses;
2 – Em caso de queda com desmaio;
3 – Os galos são normais, mas em região próxima da orelha e na parte posterior da cabeça (nuca) deve ser avaliada;
4 – Sangramento pelo ouvido e nariz;
5 – Vômito (avaliar quantidade seguida e reação da criança);
6 – Dificuldade para andar e falar;
7 – Choro persistente, contínuo e irritado;

Em todos esses casos devemos analisar e, principalmente, acompanhar se são sintomas passageiros, pois em alguns casos são momentâneos como o choro, por exemplo.

Dicas extras:

1 – Quando ocorrem as quedas é normal à criança se sentir sonolenta, já que passou por momentos de estresse e tensão. Mas, os médicos indicam manter acordado por um tempo para fazer o acompanhamento, portanto é sempre necessário observar e não se desespere caso ele durma. Somente observe como ele está de tempo em tempo.

2 – As quedas normalmente provocam galos que são assustadores, não é mesmo? Mas não se assuste, normalmente são mais feios do que graves. Procure fazer compressa com gelo para ajudar a diminuir o inchaço. Claro, sempre bom fazer se ele estiver tranquilo.

É importante sempre manter uma boa conversa com o pediatra da criança, assim nessas horas pode tirar as dúvidas antes de levar ao hospital. Evitando estresse em momentos delicados.

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